SOB: quando o prazer encontra o bom gosto
Uma festa que entende o que é viver o prazer com estilo
COBERTURA DE EVENTOMEIO LIBERAL


Não é incomum para mim ir à festas do meio liberal, confesso que já estou bem acostumada. O foco de quem frequenta é simples, se divertir, interagir, ser feliz, então quase sempre o básico já era suficiente. Por muito tempo, como eram poucas, a preocupação com qualidade não era prioridade.
Mas a SOB mudou isso.
Desde a primeira edição que fui, aqui em São Paulo (2024), virou uma das minhas favoritas (ainda quero conhecer a de Balneário que dizem que é maravilhosa também).
O visual importa muito!
Para mim é uma das coisas essenciais para eu me sentir confortável, curtir a festa. E sejamos sinceros, é a primeira coisa que todo mundo repara, na estrutura e decoração.
A SOB já começa bem antes de entrar: o casal de modelos recepcionando os convidados, sempre nas cores do tema, impecáveis e simpáticos.


Descendo as escadas, o deslumbre: teto todo decorado com bom gosto, cabine de DJ centralizada, visível de todos os cantos.
E a área de interação… olha, vai parecer que estou puxando o saco, mas esse texto aqui nem é patrocinado, viu? Não fazia parte do contrato. Tô escrevendo porque foi realmente um capricho.
As tendas de madeira com véus, o conforto, a beleza, tudo convidava à experiência.
Dessa vez tinha uma pegada futurista, uma vibe meio “gata geométrica” estava incrível.


E o open bar do VIP?
Funcionando direitinho, com bebida boa e atendimento rápido. Inclusive, ponto altíssimo para a ideia de colocar atendentes fora do balcão e um espaço extra só pra drinks, parece detalhe, mas muda toda a experiência.
E claro, o visual: todo mundo de branco, energia leve, vibe deliciosa. A SOB tem esse equilíbrio raro, sensualidade sem vulgaridade, diversão sem bagunça. É uma festa que entende o prazer com estética e cuidado.


Os DJs, bem selecionados, tocavam com vontade, não só por obrigação.






Organizar um evento do tamanho da SOB não é fácil.
Exige visão, sensibilidade e uma dose generosa de paciência. No meio liberal, onde as opções estão crescendo e ainda bem que estão, é comum ver festas nascendo e desaparecendo com a mesma velocidade. E o motivo quase sempre é o mesmo: falta de propósito.
Ter público é importante, claro. Mas buscar apenas lucro é o caminho mais rápido pra perder relevância.
O que sustenta uma festa não é o open bar ou o line-up famoso, é a experiência que fica quando as luzes apagam. É o cuidado com os detalhes, o respeito com quem frequenta e a coerência com o que se propõe.
A SOB entende isso. Vai além da estética e da curtição. É uma festa que cria atmosfera, entrega prazer com elegância.
Por isso tenho tanto prazer em ser parceira deles.
É raro ver uma produção que une profissionalismo, autenticidade e alma. E quando encontro, faço questão de reconhecer.
Que venham muitas outras edições, cada uma com o mesmo brilho e o mesmo coração. Porque, no fim, liberdade também é isso: fazer com amor o que se poderia fazer apenas por dinheiro.
Ano que vem, quem sabe eu não apareço na edição de Balneário?
Parabéns de verdade à produção, segundo ano em São Paulo e, sinceramente, que venham muitos outros.
Até o próximo brinde. 🥂


